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Rubem Fonseca

    11 de mayo de 1925 – 15 de abril de 2020

    Este autor brasileño es reconocido por sus narrativas crudas y violentas que exploran el lado oscuro de la vida urbana. Su obra, a menudo explícita en su contenido, rompe con los enfoques literarios tradicionales en escenarios rurales y representaciones sesgadas de la ciudad, desafiando a los lectores a confrontar verdades incómodas. Fonseca cree que los escritores deben tener el coraje de articular aquello que otros temen decir, influyendo profundamente en la literatura brasileña contemporánea. Si bien sus cuentos son a menudo celebrados como su mejor trabajo, sus novelas también ofrecen exploraciones cautivadoras de la naturaleza humana en entornos hostiles.

    Rubem Fonseca
    Grenzenlose Gefühle, unvollendete Gedanken
    Carne Crua
    Amálgama
    Mord im August
    Bufo & Spallanzani
    Pasado negro
    • Bufo & Spallanzani

      • 222 páginas
      • 8 horas de lectura

      Sapos e escritores, crises e obsessões, num jogo de ironia, humor sutil e inteligência.

      Bufo & Spallanzani
      4,1
    • Rio de Janeiro im Morgengrauen: Der Industrielle Aguiar wird in seinem Luxusapartment ermordet aufgefunden. Ausgerechnet Kriminalkommissar Alberto Mattos, unkorrumpierbar, melancholisch und berufsbedingt magenkrank, wird mit dem Mordfall beauftragt. Immer tiefer verstrickt er sich im Laufe der Ermittlungen in die korrupten Machenschaften der High-Society Rios. Rubem Fonseca erzählt in diesem rasanten Politthriller mit trocken-protokollierendem Ton und einer raffiniert eingesetzten Portion Fiktion die Fakten und Hintergründe, die 1954 Brasilien erschütterten und im Selbstmord des Präsidenten Getúlio Vargas gipfelten.

      Mord im August
      4,0
    • Em "Amálgama", mais novo livro de contos de Rubem Fonseca, residem todos os elementos - o erotismo, a violência, a velocidade narrativa, o clima noir - que consagraram o autor de Lúcia McCartney. Rubem Fonseca consegue construir uma narrativa que se desenha ao longo dos contos e, ineditamente, das poesias. Personagens e situações unidos pela tristeza, pela dor, pela raiva, pelo fracasso, pela ternura e pelo amor, um verdadeiro amálgama de vidas que se constroem e se destroem num instante.

      Amálgama
      3,8
    • Rubem Fonseca é um verdadeiro mestre na arte de esfolar a pele das palavras até deixar as histórias em carne viva. Neste seu mais recente livro, o autor reuniu vinte e seis textos que, embora mantenham a crueza de assassinatos, traições e injustiças sociais, trazem também a avidez das descobertas, a delicadeza das histórias de amor e umas trocas de olhar com a poesia.

      Carne Crua
      3,6
    • Rio de Janeiro, zur Karnevalszeit: Ein Filmemacher gerät in eine Juwelenschmuggelaffäre, nachdem eine Unbekannte ein Päckchen in seiner Wohnung deponiert hat und wenig später ermordet wird. Eigentlich hatte er vorgehabt, sich auf die Verfilmung von Isaak Babels Die Reiterarmee vorzubereiten, mit der ihn ein Berliner Filmproduzent gerade beauftragt hatte. Doch als er merkt, dass er beschattet wird, reist er Hals über Kopf ins Vorwende-Berlin, um dort unterzutauchen. Die Schlinge um seinen Hals zieht sich zu, und bald geht es um Leben und Tod.

      Grenzenlose Gefühle, unvollendete Gedanken
      3,3
    • Romanzo nero

      • 75 páginas
      • 3 horas de lectura

      Nos sete contos incluídos em 'Romance negro e outras histórias', Rubem Fonseca recria a trajetória de personagens misteriosos e singulares, que produzem uma sensação ao mesmo tempo de estranhamento e familiaridade. Um cidadão quase atemporal, vítima e aprendiz da própria cidade; um enfermeiro rude e esquivo, cúmplice e algoz de seu paciente; uma truta que com o olhar convida um vegetariano para as delícias da carne; um crime perfeito nos bastidores de um congresso de literatura. São situações freqüentemente insólitas, marcadas por detalhes curiosos e elementos dissonantes, que compõem um ambiente repleto de sugestões.

      Romanzo nero
    • Buon Anno

      • 128 páginas
      • 5 horas de lectura

      Straordinari racconti che ci parlano di un Brasile cinico e violento, ma illuminato da lampi di ironia e di divertimento, diverso dalle solite cartoline per turisti. "Proibirlo è stato poco. Chi lo ha scritto dovrebbe marcire in galera, e anche chi lo ha aiutato": con queste parole nel 1976 la giunta militare al potere decretò la morte per censura di "Feliz Año Novo", ritenuto troppo brutale e osceno.

      Buon Anno