
Series
Más información sobre el libro
Neste best-seller internacional, Florian Illies reconstitui mês a mês o ano de 1913, mostrando a efervescência artística e social na Europa um ano antes da tempestade da Primeira Guerra Mundial, que mudaria o mundo para sempre. De uma crônica inquieta e abrasiva, que acompanha o cotidiano de personagens notórios do início do século XX - de Proust, Freud e Picasso a Kafka, Stravinski e os expressionistas, de Duchamp, Mann e Schönberg ao arquiduque Francisco Ferdinando, da aristocracia empertigada aos adeptos do naturismo e do amor livre, com participações especiais de Hitler, Tito e Stálin -, surge um panorama quase íntimo de um ano estranho e belo, ao mesmo tempo início e fim, que ao lado do ímpeto que alimentou a modernidade também trazia em si as sementes das catástrofes que se aproximavam.
Compra de libros
1913, Florian Illies
- Idioma
- Publicado en
- 2016
- product-detail.submit-box.info.binding
- (Tapa blanda)
Métodos de pago
Nos falta tu reseña aquí
- Título
- 1913
- Idioma
- Portugués
- Autores
- Florian Illies
- Editorial
- Estação Liberdade
- Publicado en
- 2016
- Formato
- Tapa blanda
- ISBN10
- 8574482668
- ISBN13
- 9788574482668
- Serie
- 1913
- Etiquetas
- No ficción, Arte / Cultura, Ciencias sociales, Tema histórico, Historia, Ciencias políticas & Política, Arte, Política, Literatura alemana, Historia militar, Alemania, Guerras, Regalos para abuelo, Regalos para mujeres, Siglo XIX, Berlín, Cultura, Historia Cultural, París, Viena, Artistas, Pablo Picasso, Literatura de Europa Central, Año 1913
- Primera publicación
- 2012
- Título original
- 1913: Der Sommer des Jahrhunderts
- Calificación
- 3,95 de 5
- Descripción
- Neste best-seller internacional, Florian Illies reconstitui mês a mês o ano de 1913, mostrando a efervescência artística e social na Europa um ano antes da tempestade da Primeira Guerra Mundial, que mudaria o mundo para sempre. De uma crônica inquieta e abrasiva, que acompanha o cotidiano de personagens notórios do início do século XX - de Proust, Freud e Picasso a Kafka, Stravinski e os expressionistas, de Duchamp, Mann e Schönberg ao arquiduque Francisco Ferdinando, da aristocracia empertigada aos adeptos do naturismo e do amor livre, com participações especiais de Hitler, Tito e Stálin -, surge um panorama quase íntimo de um ano estranho e belo, ao mesmo tempo início e fim, que ao lado do ímpeto que alimentou a modernidade também trazia em si as sementes das catástrofes que se aproximavam.