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A Paixâo segundo G.H.

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  • 156 páginas
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«A aterradora magnificência de A Paixão segundo G. H. colocou o romance entre os mais importantes do século. Pouco antes da sua morte, na sua última visita ao Recife, Clarice disse a um repórter que, de todos os seus livros, era esse que “correspondia melhor à sua exigência como escritora”. A obra inspirou uma gigantesca bibliografia, mas, na época em que foi publicada, parece ter sido quase ignorada.» [Benjamin Moser, em Clarice Lispector, Uma Vida] «— Tu eras a pessoa mais antiga que eu jamais conheci. Eras a monotonia de meu amor eterno, e eu não sabia. Eu tinha por ti o tédio que sinto nos feriados. O que era? era como a água escorrendo numa fonte de pedra, e os anos demarcados na lisura da pedra, o musgo entreaberto pelo fio d’água correndo, e a nuvem no alto, e o homem amado repousando, e o amor parado, era feriado, e o silêncio no voo dos mosquitos. E o presente disponível. E minha libertação lentamente entediada, a fartura, a fartura do corpo que não pede e não precisa.»

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A Paixâo segundo G.H., Clarice Lispector

Idioma
Publicado en
2000
Encuadernación
(Tapa blanda)
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4,2
Muy bueno
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Título
A Paixâo segundo G.H.
Idioma
Portugués
Publicado en
2000
Formato
Tapa blanda
Páginas
156
ISBN10
9727085636
ISBN13
9789727085637
Serie
Calificación
4,2 de 5
Descripción
«A aterradora magnificência de A Paixão segundo G. H. colocou o romance entre os mais importantes do século. Pouco antes da sua morte, na sua última visita ao Recife, Clarice disse a um repórter que, de todos os seus livros, era esse que “correspondia melhor à sua exigência como escritora”. A obra inspirou uma gigantesca bibliografia, mas, na época em que foi publicada, parece ter sido quase ignorada.» [Benjamin Moser, em Clarice Lispector, Uma Vida] «— Tu eras a pessoa mais antiga que eu jamais conheci. Eras a monotonia de meu amor eterno, e eu não sabia. Eu tinha por ti o tédio que sinto nos feriados. O que era? era como a água escorrendo numa fonte de pedra, e os anos demarcados na lisura da pedra, o musgo entreaberto pelo fio d’água correndo, e a nuvem no alto, e o homem amado repousando, e o amor parado, era feriado, e o silêncio no voo dos mosquitos. E o presente disponível. E minha libertação lentamente entediada, a fartura, a fartura do corpo que não pede e não precisa.»