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Bella y oscura

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  • 197 páginas
  • 7 horas de lectura

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Bella y oscura é o relato alegórico do que possuímos sem ter conquistado: a sabedoria da infância. É a evocação de um tempo passado, solitário, fermento necessário da liberdade esperada; é a beleza que a fantasia extrai da crueldade e dos inocentes esquecimentos da infância. Em Bella y oscura, narra-se a infância vivida e sonhada de uma menina que viaja desde a solidão do orfanato até o marginal Bairro, onde é acolhida por uma família singular: Dona Bárbara, sua avó, mulher de poderosa presença; Amanda, sua tia, de caráter fraco, submetida a Segundo, um marido egoísta e briguento; Chico, seu primo, observador taciturno e vigilante da atividade do Bairro; e Airelai. Uma obra distinta, de admirável contenção expositiva, que confirma não só o pulso narrativo que reconhecemos em Rosa Montero, mas também sua vontade radical de se desvincular de toda rotina literária e sua capacidade de criar um rico e maduro mundo próprio.

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Bella y oscura, Rosa Montero

Idioma
Publicado en
1993
Encuadernación
(Tapa blanda)
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3,8
Muy bueno
19 Valoraciones

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Título
Bella y oscura
Idioma
Portugués
Publicado en
1993
Formato
Tapa blanda
Páginas
197
ISBN10
8432206814
ISBN13
9788432206818
Serie
Etiquetas
Ficción, España
Calificación
3,8 de 5
Descripción
Bella y oscura é o relato alegórico do que possuímos sem ter conquistado: a sabedoria da infância. É a evocação de um tempo passado, solitário, fermento necessário da liberdade esperada; é a beleza que a fantasia extrai da crueldade e dos inocentes esquecimentos da infância. Em Bella y oscura, narra-se a infância vivida e sonhada de uma menina que viaja desde a solidão do orfanato até o marginal Bairro, onde é acolhida por uma família singular: Dona Bárbara, sua avó, mulher de poderosa presença; Amanda, sua tia, de caráter fraco, submetida a Segundo, um marido egoísta e briguento; Chico, seu primo, observador taciturno e vigilante da atividade do Bairro; e Airelai. Uma obra distinta, de admirável contenção expositiva, que confirma não só o pulso narrativo que reconhecemos em Rosa Montero, mas também sua vontade radical de se desvincular de toda rotina literária e sua capacidade de criar um rico e maduro mundo próprio.