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Aqui não passaram!

O erro fatal de Napoleão

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  • 308 páginas
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No âmbito das comemorações dos 200 anos das Invasões Francesas, o general Carlos de Azeredo descreve neste livro a acção das forças portuguesas durante a 2ª Invasão, comandada por Soult, para cuja derrota foi determinante a reacção popular a norte do Douro. Em manobras sucessivas, o general Silveira obrigou Soult a empenhar cinco Brigadas sobre a linha do Tâmega, num total de 9 mil homens, ou seja, mais de 42% dos seus efectivos (21 mil homens). Tal situação impediu o avanço sobre Lisboa, planeado por Napoleão. Uma pesquisa cuidadosa das fontes nacionais e estrangeiras vem esclarecer, de modo decisivo, o papel das forças portuguesas no desgaste e no retardamento do exército invasor, que permitiu o avanço das tropas de Wellesley e a derrota dos franceses. Citando o maior historiador francês da época – Louis-Adolphe Thiers – o autor demonstra que as Invasões de Portugal foram “o começo dos maiores erros e das maiores infelicidades do reinado de Napoleão”, um erro fatal que o precipitou “numa queda espantosa”.

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Aqui não passaram!, Carlos de Azeredo

Idioma
Publicado en
2005
Encuadernación
(Tapa blanda)
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Muy bueno
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Título
Aqui não passaram!
Subtítulo
O erro fatal de Napoleão
Idioma
Portugués
Editorial
Civilizacao
Publicado en
2005
Formato
Tapa blanda
Páginas
308
ISBN10
9722622242
ISBN13
9789722622240
Serie
Calificación
3,65 de 5
Descripción
No âmbito das comemorações dos 200 anos das Invasões Francesas, o general Carlos de Azeredo descreve neste livro a acção das forças portuguesas durante a 2ª Invasão, comandada por Soult, para cuja derrota foi determinante a reacção popular a norte do Douro. Em manobras sucessivas, o general Silveira obrigou Soult a empenhar cinco Brigadas sobre a linha do Tâmega, num total de 9 mil homens, ou seja, mais de 42% dos seus efectivos (21 mil homens). Tal situação impediu o avanço sobre Lisboa, planeado por Napoleão. Uma pesquisa cuidadosa das fontes nacionais e estrangeiras vem esclarecer, de modo decisivo, o papel das forças portuguesas no desgaste e no retardamento do exército invasor, que permitiu o avanço das tropas de Wellesley e a derrota dos franceses. Citando o maior historiador francês da época – Louis-Adolphe Thiers – o autor demonstra que as Invasões de Portugal foram “o começo dos maiores erros e das maiores infelicidades do reinado de Napoleão”, um erro fatal que o precipitou “numa queda espantosa”.