Bookbot

História da Música Ocidental

Valoración del libro

Parámetros

  • 760 páginas
  • 27 horas de lectura

Más información sobre el libro

«Mozart foi um compositor fluente, ou, pelo menos, não deixou quaisquer indícios de que o processo de composição fosse para ele uma luta. Recebeu uma formação completa e sistemática desde os primeiros anos de vida e conseguiu apreender instantaneamente cada nova experiência musical. Compunha todos os dias e horas certas. Geralmente, começava por desenvolver mentalmente as ideias, numa intensa e alegre concentração, até aos mais ínfimos pormenores. Escrever as peças era, pois, simplesmente, passar ao papel de música uma estrutura que tinha já, por assim dizer, diante dos olhos; por isso conseguia rir, brincar e conversar enquanto «compunha». Há em tudo isto qualquer coisa de prodigioso, algo que é ao mesmo tempo infantil e divino, e, embora a investigação recente tenha nalguns casos revelado haver mais trabalho e mais revisão do que se pensava no processo criador de Mozart, a aura de prodígio permanece. Foi talvez essa aura que fez dele, e não de Haydn, o herói musical da primeira geração romântica.»

Compra de libros

História da Música Ocidental, Donald Jay Grout, Claude V. Claude Victor Palisca

Idioma
Publicado en
1997
product-detail.submit-box.info.binding
(Tapa dura)
Te avisaremos por correo electrónico en cuanto lo localicemos.

Métodos de pago

3,8
Muy bueno
34 Valoraciones

Nos falta tu reseña aquí

Título
História da Música Ocidental
Idioma
Portugués
Editorial
Gradiva
Publicado en
1997
Formato
Tapa dura
Páginas
760
ISBN10
9726623820
ISBN13
9789726623823
Serie
Calificación
3,8 de 5
Descripción
«Mozart foi um compositor fluente, ou, pelo menos, não deixou quaisquer indícios de que o processo de composição fosse para ele uma luta. Recebeu uma formação completa e sistemática desde os primeiros anos de vida e conseguiu apreender instantaneamente cada nova experiência musical. Compunha todos os dias e horas certas. Geralmente, começava por desenvolver mentalmente as ideias, numa intensa e alegre concentração, até aos mais ínfimos pormenores. Escrever as peças era, pois, simplesmente, passar ao papel de música uma estrutura que tinha já, por assim dizer, diante dos olhos; por isso conseguia rir, brincar e conversar enquanto «compunha». Há em tudo isto qualquer coisa de prodigioso, algo que é ao mesmo tempo infantil e divino, e, embora a investigação recente tenha nalguns casos revelado haver mais trabalho e mais revisão do que se pensava no processo criador de Mozart, a aura de prodígio permanece. Foi talvez essa aura que fez dele, e não de Haydn, o herói musical da primeira geração romântica.»