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Aos olhos de Deus

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  • 256 páginas
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O autor apresenta uma narrativa ambientada em 1514, durante a época áurea dos Descobrimentos Portugueses, quando D. Manuel I decide enviar uma grandiosa embaixada ao Papa Leão X, simbolizando seu poderio. D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte e amigo do rei, é encarregado de proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o ponto culminante da missão. A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações, carregando tesouros e animais exóticos da África e Índia. Após uma viagem tumultuada, chegam a Roma, onde o Papa organiza uma recepção luxuosa, repleta de figuras proeminentes da época. Entretanto, no contraste entre a opulência da corte portuguesa e a miséria do povo, destaca-se o amor de D. Diogo pela judia Raquel Aboab, a quem salvou da intolerância antijudaica. A narrativa revela os segredos e pecados ocultos das grandes figuras históricas, explorando temas como fé, poder, aparência e essência da condição humana. O amor emerge como a única força redentora em um mundo repleto de vaidade e ambição. A história sugere que, aos olhos de Deus, as ações dos poderosos não passarão despercebidas, pois a justiça divina não se baseia em sorte ou acaso.

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Aos olhos de Deus, José Manuel Saraiva

Idioma
Publicado en
2008
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(Tapa blanda)
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Título
Aos olhos de Deus
Idioma
Portugués
Publicado en
2008
Formato
Tapa blanda
Páginas
256
ISBN10
9895553641
ISBN13
9789895553648
Serie
Calificación
3,25 de 5
Descripción
O autor apresenta uma narrativa ambientada em 1514, durante a época áurea dos Descobrimentos Portugueses, quando D. Manuel I decide enviar uma grandiosa embaixada ao Papa Leão X, simbolizando seu poderio. D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte e amigo do rei, é encarregado de proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o ponto culminante da missão. A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações, carregando tesouros e animais exóticos da África e Índia. Após uma viagem tumultuada, chegam a Roma, onde o Papa organiza uma recepção luxuosa, repleta de figuras proeminentes da época. Entretanto, no contraste entre a opulência da corte portuguesa e a miséria do povo, destaca-se o amor de D. Diogo pela judia Raquel Aboab, a quem salvou da intolerância antijudaica. A narrativa revela os segredos e pecados ocultos das grandes figuras históricas, explorando temas como fé, poder, aparência e essência da condição humana. O amor emerge como a única força redentora em um mundo repleto de vaidade e ambição. A história sugere que, aos olhos de Deus, as ações dos poderosos não passarão despercebidas, pois a justiça divina não se baseia em sorte ou acaso.