Bookbot

Marcello Caetano

as desventuras da razão

Parámetros

  • 144 páginas
  • 6 horas de lectura

Más información sobre el libro

Uma dezena de anos atrás, Vasco Pulido Valente publicava na revista Kapa um brilhante (como é aliás toda a sua obra em livro ou jornalística) artigo sobre o último Presidente do Conselho do Estado Novo, Marcello Caetano. Esse artigo, agora revisto e aumentado deu origem ao livro que agora o investigador publica. Caetano é apresentado como uma espécie de "herói perdedor", figuras que Vasco Pulido Valente tem uma predilecção em retratar. Não é uma apologia de Marcelo Caetano. Longe disso. Trata-se de um retrato de alguém que "durante 50 anos, (...) supremo realista que (...) julgava ser, pregou no deserto". Um "intelectual na política", "o maior da história moderna portuguesa". Incompreendido pela mesquinhez do país e vítima dos seus destinos. Que acabaria por morrer longe, no exílio do Brasil. Sem glória.

Compra de libros

Marcello Caetano, Vasco Pulido Valente

Idioma
Publicado en
2003
product-detail.submit-box.info.binding
(Tapa blanda)
Te avisaremos por correo electrónico en cuanto lo localicemos.

Métodos de pago

Nadie lo ha calificado todavía.Añadir reseña

Título
Marcello Caetano
Subtítulo
as desventuras da razão
Idioma
Portugués
Editorial
Gotica
Publicado en
2003
Formato
Tapa blanda
Páginas
144
ISBN10
9727920675
ISBN13
9789727920679
Serie
Etiquetas
Biografías
Descripción
Uma dezena de anos atrás, Vasco Pulido Valente publicava na revista Kapa um brilhante (como é aliás toda a sua obra em livro ou jornalística) artigo sobre o último Presidente do Conselho do Estado Novo, Marcello Caetano. Esse artigo, agora revisto e aumentado deu origem ao livro que agora o investigador publica. Caetano é apresentado como uma espécie de "herói perdedor", figuras que Vasco Pulido Valente tem uma predilecção em retratar. Não é uma apologia de Marcelo Caetano. Longe disso. Trata-se de um retrato de alguém que "durante 50 anos, (...) supremo realista que (...) julgava ser, pregou no deserto". Um "intelectual na política", "o maior da história moderna portuguesa". Incompreendido pela mesquinhez do país e vítima dos seus destinos. Que acabaria por morrer longe, no exílio do Brasil. Sem glória.