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Verdade. Uma História (Em Portuguese do Brasil)

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O historiador Felipe Fernández-Armesto revela como a sociedade perdeu a fé na verdade e abandonou essa busca, projeto antigo da humanidade. O consagrado autor de Milênio apresenta a história da verdade, para a qual o autor define quatro momentos fundamentais, ou quatro categorias: "a verdade que você sente", característica das sociedades orais, quando a verdade é compreendida emocionalmente, a partir de mecanismos não racionais de percepção; "a verdade que contam a você", quando ela flui de fontes oraculares, divinatórias ou de uma autoridade consolidada; "a verdade na qual você acredita", baseada em métodos dedutivos e analíticos e que teve seu auge nos séculos XVII e XVIII; e "a verdade que você percebe através dos seus sentidos", conceito hoje predominante. O autor discute Kant e Aristóteles, Descartes e Nietzsche, fundamentalistas e niilistas, estuda o contexto social e cultural do desencanto pós-moderno e faz uma crítica do relativismo, perguntando se é possível sobreviver sem a noção de que a busca pela verdade é um componente básico da humanidade.

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Verdade. Uma História (Em Portuguese do Brasil), Felipe Fernández-Armesto

Idioma
Publicado en
2000
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(Tapa blanda)
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Título
Verdade. Uma História (Em Portuguese do Brasil)
Editorial
Record
Publicado en
2000
Formato
Tapa blanda
Páginas
285
ISBN10
8501054259
ISBN13
9788501054258
Serie
Descripción
O historiador Felipe Fernández-Armesto revela como a sociedade perdeu a fé na verdade e abandonou essa busca, projeto antigo da humanidade. O consagrado autor de Milênio apresenta a história da verdade, para a qual o autor define quatro momentos fundamentais, ou quatro categorias: "a verdade que você sente", característica das sociedades orais, quando a verdade é compreendida emocionalmente, a partir de mecanismos não racionais de percepção; "a verdade que contam a você", quando ela flui de fontes oraculares, divinatórias ou de uma autoridade consolidada; "a verdade na qual você acredita", baseada em métodos dedutivos e analíticos e que teve seu auge nos séculos XVII e XVIII; e "a verdade que você percebe através dos seus sentidos", conceito hoje predominante. O autor discute Kant e Aristóteles, Descartes e Nietzsche, fundamentalistas e niilistas, estuda o contexto social e cultural do desencanto pós-moderno e faz uma crítica do relativismo, perguntando se é possível sobreviver sem a noção de que a busca pela verdade é um componente básico da humanidade.