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Cada um é o que come, com quem come e como come. A nacionalidade não é determinada pelo lugar onde se nasceu, mas pelos sabores e cheiros que nos acompanham desde a infância. A partir deste lema, Laura Esquivel reuniu em livro um conjunto de textos – artigos, palestras, prólogos – que adquirem uma inesperada unidade e nos remetem para esse mundo mágico que tornou possível o fabuloso êxito mundial da sua obra mais carismática: Como Água Para Chocolate. Como ela própria escreveu, “publicar estes textos de novo adquir um sentido: voltar a invocar a vida através desses retalhos de intimidade, voltar a recordar às pessoas que é indispensável ler e viver com a mesma intensidade, recordar-lhes novamente que, sem sabor, a vida não vale a pena ser vivida, e que sem o sabor da vida a literatura não existe”. Sem ser um romance, Íntimas Suculências lê-se como um romance. E tem aquele sabor inesquecível das histórias que escutámos à volta da lareira...
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Íntimas suculências, Laura Esquivel
- Idioma
- Publicado en
- 1999
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- (Tapa dura)
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- Título
- Íntimas suculências
- Idioma
- Portugués
- Autores
- Laura Esquivel
- Editorial
- ASA
- Publicado en
- 1999
- Formato
- Tapa dura
- ISBN10
- 9724121771
- ISBN13
- 9789724121772
- Serie
- Etiquetas
- No ficción, Historias reales, Biografías, Arte culinario & Gastronomía, Autobiografías y memorias, Periodismo & Ensayos, Comida, Literatura española, Literatura hispanoamericana
- Calificación
- 3,4 de 5
- Descripción
- Cada um é o que come, com quem come e como come. A nacionalidade não é determinada pelo lugar onde se nasceu, mas pelos sabores e cheiros que nos acompanham desde a infância. A partir deste lema, Laura Esquivel reuniu em livro um conjunto de textos – artigos, palestras, prólogos – que adquirem uma inesperada unidade e nos remetem para esse mundo mágico que tornou possível o fabuloso êxito mundial da sua obra mais carismática: Como Água Para Chocolate. Como ela própria escreveu, “publicar estes textos de novo adquir um sentido: voltar a invocar a vida através desses retalhos de intimidade, voltar a recordar às pessoas que é indispensável ler e viver com a mesma intensidade, recordar-lhes novamente que, sem sabor, a vida não vale a pena ser vivida, e que sem o sabor da vida a literatura não existe”. Sem ser um romance, Íntimas Suculências lê-se como um romance. E tem aquele sabor inesquecível das histórias que escutámos à volta da lareira...






