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Num país indeterminado decorre, com toda a normalidade, um processo eleitoral. No final do dia, contados os votos, verifica-se que na capital cerca de 70% dos eleitores votaram branco. Repetidas as eleições no domingo seguinte, o número de votos brancos ultrapassa os 80%. Receoso e desconfiado, o governo, em vez de se interrogar sobre os motivos que terão os eleitores para votar branco, decide desencadear uma vasta operação policial para descobrir qual o foco infeccioso que está a minar a sua base política e eliminá-lo. E é assim que se desencadeia um processo de ruptura violenta entre o poder político e o povo, cujos interesses aquele deve supostamente servir e não afrontar.
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Ensaio sobre a lucidez. Die Stadt der Sehenden, portugiesische Ausgabe, José Saramango
- Idioma
- Publicado en
- 2014
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- (Tapa blanda)
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- Título
- Ensaio sobre a lucidez. Die Stadt der Sehenden, portugiesische Ausgabe
- Idioma
- Portugués
- Autores
- José Saramango
- Editorial
- Zambon
- Publicado en
- 2014
- Formato
- Tapa blanda
- ISBN10
- 972004652X
- ISBN13
- 9789720046529
- Etiquetas
- Ficción, Novela negra & Thriller, Naturaleza, Novelas de crimen, Ciencia ficción, Animales, Política, Mujeres, Sociedad, Perros, Distopía, Sátira, Ciudades, Lucha por el poder, Actualidad, Resistencia, oposición, Portugal, Literatura Portuguesa, Continuación, Ciencia ficción humorística, Elecciones
- Título original
- Ensaio sobre a lucidez
- Calificación
- 3,95 de 5
- Descripción
- Num país indeterminado decorre, com toda a normalidade, um processo eleitoral. No final do dia, contados os votos, verifica-se que na capital cerca de 70% dos eleitores votaram branco. Repetidas as eleições no domingo seguinte, o número de votos brancos ultrapassa os 80%. Receoso e desconfiado, o governo, em vez de se interrogar sobre os motivos que terão os eleitores para votar branco, decide desencadear uma vasta operação policial para descobrir qual o foco infeccioso que está a minar a sua base política e eliminá-lo. E é assim que se desencadeia um processo de ruptura violenta entre o poder político e o povo, cujos interesses aquele deve supostamente servir e não afrontar.