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Fernando Pessoa marcou a poesia do século XX sobretudo por ter se desdobrado em vários, com a invenção de poetas imaginários como Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis. Mas, enquanto escrevia as obras poéticas de seus outros 'eus', o autor tão multifacetado não deixava de modelar a própria faceta. 'Poesias Inéditas' reúne os versos que ele não atribuiu a nenhum de seus 'heterônimos'. Por muito tempo, dessa parte da sua obra se conhecia apenas o livro Mensagem e mais os poucos poemas que ele publicou em vida, em revistas literárias, ou enviou por carta a seus amigos. Nas últimas décadas, os pesquisadores começaram a dar maior atenção ao vasto acervo de inéditos que o poeta deixou sem atribuição. Centenas deles só viriam a ser publicados no século XXI. Este volume mostra um poeta a caminho da maturidade. No mesmo período, ele trabalhava a todo vapor na obra dos seus heterônimos, mas nunca deixava de voltar a seus próprios temas e inquietações. Poeta da melancolia, para quem a verdadeira realidade é o sonho, Pessoa fez da poesia um refúgio particular, mas também uma fortaleza de onde pudesse negar o mundo e seus males.
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Poesias inéditas, Fernando Pessoa
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- (Tapa blanda)
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- Título
- Poesias inéditas
- Idioma
- Portugués
- Autores
- Fernando Pessoa
- Editorial
- Ática
- Formato
- Tapa blanda
- Serie
- Descripción
- Fernando Pessoa marcou a poesia do século XX sobretudo por ter se desdobrado em vários, com a invenção de poetas imaginários como Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis. Mas, enquanto escrevia as obras poéticas de seus outros 'eus', o autor tão multifacetado não deixava de modelar a própria faceta. 'Poesias Inéditas' reúne os versos que ele não atribuiu a nenhum de seus 'heterônimos'. Por muito tempo, dessa parte da sua obra se conhecia apenas o livro Mensagem e mais os poucos poemas que ele publicou em vida, em revistas literárias, ou enviou por carta a seus amigos. Nas últimas décadas, os pesquisadores começaram a dar maior atenção ao vasto acervo de inéditos que o poeta deixou sem atribuição. Centenas deles só viriam a ser publicados no século XXI. Este volume mostra um poeta a caminho da maturidade. No mesmo período, ele trabalhava a todo vapor na obra dos seus heterônimos, mas nunca deixava de voltar a seus próprios temas e inquietações. Poeta da melancolia, para quem a verdadeira realidade é o sonho, Pessoa fez da poesia um refúgio particular, mas também uma fortaleza de onde pudesse negar o mundo e seus males.





