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Um livro pungente, do criador do comissário Maigret, escrito três anos após a morte da sua mãe. Simenon confessa a incompreensão de uma mãe e de um filho, que acabaram por nunca conseguir amar-se. Já num livro anterior, “Pedigree”, o escritor fizera o retrato de uma mãe dominadora em “Carta para Minha Mãe” relata alguns episódios que o marcaram, como quando a mãe, ao falar da morte do irmão mais novo de Simenon, diz: “Que pena que tenha sido ele a morrer!” ou quando ela lhe devolve todo o dinheiro que ele lhe foi dando durante cinquenta anos para a ajudar. «Um livro de compaixão.» António Cabrita, Expresso, Cartaz
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Clásicos Contemporáneos Internacionales - 4: Carta a mi madre, Carlos Manzano, Georges Simenon
- Idioma
- Publicado en
- 1997
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- (Tapa dura)
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- Título
- Clásicos Contemporáneos Internacionales - 4: Carta a mi madre
- Idioma
- Español
- Autores
- Carlos Manzano, Georges Simenon
- Editorial
- Planeta
- Publicado en
- 1997
- Formato
- Tapa dura
- Páginas
- 106
- ISBN10
- 8408462040
- ISBN13
- 9788408462040
- Serie
- Etiquetas
- Ficción, Historias reales, Biografías, Clásicos, Autobiografías y memorias, Cuentos cortos, Literatura francesa, Cartas (, Madres, Bélgica, Madres e Hijos, Neurosis
- Calificación
- 3,75 de 5
- Descripción
- Um livro pungente, do criador do comissário Maigret, escrito três anos após a morte da sua mãe. Simenon confessa a incompreensão de uma mãe e de um filho, que acabaram por nunca conseguir amar-se. Já num livro anterior, “Pedigree”, o escritor fizera o retrato de uma mãe dominadora em “Carta para Minha Mãe” relata alguns episódios que o marcaram, como quando a mãe, ao falar da morte do irmão mais novo de Simenon, diz: “Que pena que tenha sido ele a morrer!” ou quando ela lhe devolve todo o dinheiro que ele lhe foi dando durante cinquenta anos para a ajudar. «Um livro de compaixão.» António Cabrita, Expresso, Cartaz


